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Coluna Tucaz

Casamentos

Casamentos nos espaços sagrados das religiões de matriz africana tornam-se mais frequentes no Brasil.

 

O casamento torna-se uma oportunidade para que as pessoas conheçam mais o funcionamento de um Terreiro e isso faz com que se quebrem preconceitos por falta de conhecimento.



Detalhes que legitimam a cerimônia

● A lei assegura como válido o andamento da documentação antes ou depois da cerimônia. Quando posterior, o prazo é de 90 dias. Os documentos devem ser entregues no cartório que irá constituir a equiparação do casamento civil.

● No lugar de um juiz de paz, a união é realizada por um sacerdote da religião de matriz africana. Mas é importante observar algumas questões. O Terreiro deve estar regularizado, e o sacerdote constituído de poderes para exercer sua função, isso ocorre por meio do reconhecimento da comunidade em que vive.

● O Terreiro deve ter o seu estatuto e atas, onde uma diretoria constituída reconhece o sacerdote como representante. A partir disso, nem o presidente da República pode dizer que não há a devida validade. O Estado não exige formação para o sacerdote religioso, mas tem que haver uma organização que o reconheça como autoridade.

● No Terreiro também deve existir um livro de registros para a expedição de uma certidão, que posteriormente é levada pelos noivos ao cartório. Outro item é a presença de testemunhas na cerimônia.

● O casamento tem as mesmas características que nas demais religiões e segue as mesmas questões de validade, ou seja, entre pessoas de sexos distintos e/ou do mesmo sexo e que ainda não foram casadas. A forma do ritual não é relevante na questão jurídica.

     Zelador(a) de Santo
  Uma MISSÃO de AMOR

"Queridos filhos que hoje se reúnem para falar mal de nós, zeladores e zeladoras do Orixá.

Gostaria em meu nome, e em nome de meus irmãos, pedir-lhes desculpas de termos aberto nossas portas para recebê- los sem muitas vezes conhecê-los profundamente.

De perdermos nossas noites de sono tentando arrumar uma solução para os problemas que vocês criaram para suas vidas.

De nos privar de comprar algo para nossas vidas pessoais porque vocês não tinham como arcar com suas iniciações.

De ajudá-los, de brigarmos com vocês achando que nossos conselhos iriam lhe encaminhar para o melhor.

De suas vidas terem melhorado um pouquinho, mas pra vocês não ser o suficiente.

De nos importarmos em querer o melhor pra vocês.

Desculpem, mas nós continuaremos aqui muitas vezes magoados com suas atitudes e falas, porém, com a certeza de que daqui a pouco passará, e faremos tudo novamente, pois o nome disso é... MISSÃO!!!!

Tudo na vida depende de começar, então, comece o dia com o firme propósito de mudar tudo para melhor... Deixe no "ontem", o que não deu certo, e traga para o "hoje", a esperança do recomeço, pois todo novo dia é sempre um recomeço, e nada melhor do que recomeçar, com otimismo e alegria.


Que seu dia seja Iluminado pela Luz Divina.

Reencarnação 

É possível uma habitante do Antigo Egito reencarnar na era moderna, recordando sua vida passada?

Talvez sim, porque, de outra forma, explicar a história documentada de Dorothy Eady se torna um desafio dificilmente superável... Nascida na Inglaterra, em 1904, Dorothy Eady tinha apenas 3 anos de idade quando, acidentalmente, caiu pelas escadas de sua casa. 

Ela sofreu um traumatismo craniano grave, que a deixou inconsciente, em estado catatônico e com um diagnóstico clínico de morte. No entanto, para a surpresa de todos, poucas horas depois, a pequena voltou à vida sem apresentar maiores consequências. 

Com o passar dos dias, a menina começou a ter sonhos recorrentes, que descrevia para sua mãe como imagens de um grande edifício com colunas enormes. Muitas vezes, ela acordava chorando e pedindo para “voltar para casa”. Um ano após o acidente, seus pais a levaram para conhecer o Museu Britânico. Assim que entraram nas salas egípcias, Dorothy se soltou da mão de sua mãe e correu desesperadamente até as estátuas e beijou seus pés. Radiante, ela afirmava, sorrindo, que estava em casa, rodeada por sua gente. 

Desde então, a pequena demonstrou um interesse obsessivo pelo Antigo Egito. Dorothy se tornou uma visitante assídua do museu, onde ela recebeu as primeiras noções da leitura de hieróglifos por parte do professor Ernest Wallis Budge. Em 1930, quando já era uma estudante destacada de egiptologia, ela viajou pela primeira vez ao Egito, onde se casou com um estudante nativo de lá. Eles tiveram um filho, ao qual deram o nome de Seti e, a partir desse momento, ela mesma começou a se chamar de Omm Seti, que significa “mãe de Seti”. 

Foi aí que tudo ficou mais claro para ela: Dorothy afirmava ser Bentreshyt, sacerdotisa e serva da corte de Seti I, segundo faraó da dinastia XIX, filho de Ramsés I e Sitra. Além disso, em um diário íntimo, ela confessou ter sido amante do faraó, com quem mantinha encontros amorosos. Até o dia de sua morte, em 1981, ela viveu na cidade egípcia de Abidos e trabalhou lado a lado com os egiptólogos Selim Hassan e Ahmed Fakhry. Dorothy foi a primeira mulher a ser funcionária do Conselho Supremo de Antiguidades do Egito, onde trabalhou como assistente de pesquisa arqueológica. 

As pessoas céticas com relação a essa história consideram particularmente difícil explicar como essa mulher inglesa pôde determinar com precisão a localização de um jardim anexo ao antigo Templo de Seti I. Quando tudo era mera hipótese, ela afirmava que o jardim realmente existia e foi capaz de apontar o local exato onde a escavação deveria ser feita para encontrá-lo. Mas isso não é tudo: além disso, ela previu que ali seria encontrado um túnel subterrâneo, localizado a norte do templo, o que acabou acontecendo rigorosamente como ela disse. 

Quando acaba um Terreiro de Umbanda!

Um terreiro de Umbanda acaba quando a vaidade é maior que a caridade;

Um terreiro de Umbanda acaba quando a fofoca e a intriga são maiores que o estudo e a disciplina;

Um terreiro de Umbanda acaba quando a maledicência fala mais alto que a beneficência;

Um terreiro de Umbanda acaba quando a atração sexual fala mais alto que a união fraternal;

Um terreiro de Umbanda acaba quando a higiene física, astral e mental não é rigorosamente observada;

Um terreiro de Umbanda acaba quando falsos médiuns são admitidos pelo dirigente na corrente apenas com o intuito de aumentar a arrecadação financeira da casa;

Um terreiro de Umbanda acaba quando as “festas” e “homenagens” são mais importantes e concorridas que as “giras de atendimento” e “reuniões de estudo”;

Um terreiro de Umbanda acaba quando as “guias” (colares) são mais importantes que os “Guias” (mentores);

Um terreiro de Umbanda acaba quando os “pontos” são cantados sem emoção e quando os “pontos” são riscados sem noção;

Um terreiro de Umbanda acaba não porque os Guias se afastam dos médiuns, mas porque os médiuns é que se afastam dos Guias;

Um terreiro de Umbanda acaba quando se cobra o que NÃO DEVE SER COBRADO;

Um terreiro de Umbanda acaba quando NÃO SE COBRA o que deve ser cobrado;

Um terreiro de Umbanda acaba quando a “mágica” substitui a verdadeira Magia;

Um terreiro de Umbanda acaba quando o “visível” é mais importante que o invisível;

Um terreiro de Umbanda acaba quando faltam a ética, o bom-senso e o respeito;

Um terreiro de Umbanda acaba quando acabam a Fé, o Amor e a Verdade.

TERREIRO DE UMBANDA CABOCLO ARARIBÓIA E ZÉ PELINTRA - TUCAZ 

Rua Eduardo Sprada 3770 - Campo Comprido -  81210-370 - Curitiba - Paraná

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